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  1. O poema de Silvana Meneses é de uma delicadeza intensa e silenciosa. Em apenas três versos, ela captura a sensação de impotência diante da vastidão — seja do mar, seja dos sentimentos. A imagem das palavras naufragando no olhar é poderosa: sugere que há emoções tão profundas que nem mesmo a linguagem consegue conter. O olhar, mudo e abissal, torna-se o verdadeiro porto daquilo que não se pode dizer. Trata-se de um pequeno poema que, como uma onda, é breve na forma, mas vasto em significado.

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