é e seja sempre o
dia das Mães!
A maternidade é o mais singelo dom, conferido por Deus,
especificamente, às mulheres e aos outros seres do sexo feminino.
A Maternidade é a graça da bênção imponderável, que confere ao ser
feminino compartilhar com o Criador a perpetuação, a sobrevivência e a
preservação das espécies, que vivem no Planeta Terra.
Graças aos seres femininos, existe alegria, música e poesia sobre a
face da Terra.
Sem a mulher mãe, a mulher maternidade, a espécie humana estaria
condenada à maldição de estar extinta.
Por inveja à maternidade, os seres humanos do sexo masculino
optaram pelo machismo e, a partir desse preconceito, contaminaram os documentos
sagrados desse crime de discriminar por inveja.
É só ler a Bíblia e as doutrinas das religiões, onde a mulher é
tratada como um objeto de prazer, de harém, para crias.
Leiam o Talmude, o Zendavestá, o Alcorão.
Foi preciso Jesus Cristo, filho de Deus e Deus, nascer de uma
mulher, para que os machos começassem a se pôr de joelhos.
Não, não foi a mulher que nasceu de uma simples costela de Adão.
Não vamos confundir realidade com ficção.
Foi a mulher que foi criada primeiro e, até hoje, dá à luz, não a
partir de uma costela, mas de suas entranhas, da gestação, no útero, ao homem.
Salve! Salve, Nossa Senhora, Mãe Santíssima e todas as mulheres
mães que, por devoção à causa do amor, são todas suas descendentes, da
Manjedoura ao Calvário e à Ressurreição de Jesus Cristo.
Alberico Carneiro é poeta, escritor e
Editor do Suplemento Literário Guesa Errante

Comentários
Postar um comentário