CRÔNICA N°1 DUM SÁBADO DE SOL Contentamento, Bar do Léo e o céu sob o hino do Maranhão Escolher não escolher é submeter-se à escolha: o inegavelmente de Sartre, os bolos e os fatídicos sins e nãos em que se inventou a angústia. É que a liberdade não estará só em se dizer “eu te amo” enquanto o tempo segue ou em se usar um guarda-chuva num dia lindo de sol. A liberdade está na indefinição de nem isso, de nem aquilo. A parada profunda como poça d'água, vazia feito saco de ar ao vento. O livre é poder amar sem ledo, proteger-se da chuva num céu claro, certeza obscena tão íntima, como os sacos do ar… em se procurar para olhar-se e achar-se. Eu gostaria, também, de escrever sobre Anatomia, embora os sentimentos sejam ausentes de planos, inserções, esses referenciais rarefeitos que sejam, sim, permeados em indiferenças no tabuleiro do “só por hoje”. Hoje, apenas; e amanhã, não sei mais saber o que dizer. Escolher. Terrivelmente livre, tal quando eu abro a g...
A poesia de Silvana Menezes causa alegria no meu coração
ResponderExcluirA poesia de Silvana Menezes causa alegria no meu coração
ExcluirPoesia delicada, tecida com fios da mais fina estética!
ResponderExcluirMeus parabéns pelas belíssimas poesias querida porta Silvana Menezes. Sou uma admiradora do teu brilhante talento literário.
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